Yi Kwang-su (nascido Yi Bogyeong; em coreano: 이광수; hanja:李光洙; Chongju, 1 de fevereiro de 1892 — Kanggye, 25 de outubro de 1950) foi escritor e ativista coreano. Seus pseudônimos eram Chunwon (춘원; 春園, jardim na primavera) e Goju (고주, 孤舟; um navio solitário). Durante o período colonial japonês, Yi foi um resistente e participou do movimento de independência da Coreia, participou do Partido da Juventude Shinhan e do Governo Provisório da República da Coreia em Xangai. Ele também foi um ativista liberal e um intelectual representativo na Coreia durante o período inicial da literatura, filosofia e da inteligência moderna asiática. Como jornalista, atuou como editor-chefe do Dong-a Ilbo e vice-presidente do The Chosun Ilbo durante o período colonial japonês, onde trabalhou como tradutor literário e introduziu obras coreano-americanas em coreano. Ele continuou a desenvolver o movimento de independência enquanto escrevia muitos obras. Depois de publicar sua primeira obra, "É amor" (사랑인가), em 1909, ele publicou romances, poemas e editoriais enquanto estudava no Japão. Depois de retornar à Coreia, ele foi exilado enquanto lecionava na Escola Osan e liderou a Declaração de Independência dos estudantes coreanos em Tóquio em 1919. Serviu como diretor da Juventude Coreana do Movimento Primeiro de Março. Como membro do Governo Provisório, ele tentou promover a legitimidade da independência do Império Coreano para o mundo e atuou como presidente do Jornal Independente, uma agência publicada pelo Governo Provisório. Ele ensinou filosofia, ética e pensamento no instituto, além de lecionar teologia na Escola Kyungshin e na Universidade Kyungsung. Em maio de 1922, ele publicou a "Teoria da Reconstrução Étnica" (민족개조론) e criticou que a "corrupção moral" foi a causa do declínio do povo coreano.
Fonte: “Yi Kwang-su”, Wikipédia em português (CC BY-SA 4.0), trecho
