Takeo Takagi (高木武雄, Takagi Takeo; Iwaki, 25 de janeiro de 1892 – Saipan, 8 de julho de 1944) foi um almirante da…Takeo Takagi (高木武雄, Takagi Takeo; Iwaki, 25 de janeiro de 1892 – Saipan, 8 de julho de 1944) foi um almirante da Marinha Imperial Japonesa durante a Segunda Guerra Mundial. Nos anos anteriores à guerra, Takagi serviu em cruzadores e couraçados até se especializar em torpedos e submarinos, alcançando a patente de capitão e comandando três submarinos nos anos 20. Na década seguinte, comandou cruzadores e chegou à patente de contra-almirante. No início da Guerra do Pacífico, o almirante Takagi comandou a frota japonesa que deu cobertura naval às forças terrestres que participaram da invasão das Filipinas, em 1941-1942, e aos desembarques em Java (hoje Indonésia), que culminaram com as vitórias japonesas na Batalha do Mar de Java, onde seus navios afundaram dois cruzadores e tres destróieres inimigos. Promovido a vice-almirante em maio de 1942, foi o comandante da força tarefa de porta-aviões que participou da primeira grande batalha aeronaval da guerra contra os Aliados, a Batalha do Mar de Coral. Após dois comandos de distritos navais em território japonês no fim de 1942, no ano seguinte ele recebeu nova missão na frente de guerra, assumindo o comando geral da 6ª frota de submarinos japoneses nas Ilhas Marianas, vindo a morrer em combate em 1944, durante uma das batalhas pela posse do arquipélago, a Batalha de Saipan. Após sua morte foi promovido postumamente a almirante.
Shunroku Hata (畑 俊六, Hata Shunroku) (Fukushima, 26 de julho de 1879 - Tóquio, 10 de maio de 1962), foi um…Shunroku Hata (畑 俊六, Hata Shunroku) (Fukushima, 26 de julho de 1879 - Tóquio, 10 de maio de 1962), foi um marechal-de-campo do Exército Imperial Japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi o último oficial militar japonês com a patente de marechal. Sua ascensão após o início da Segunda Guerra Sino-Japonesa foi muito rápida. Ele foi nomeado como comandante geral do Exército Expedicionário Central China em fevereiro de 1938, para substituir o general Matsui Iwane, que havia sido chamado de volta ao Japão através do Incidente de Nanquim. Hata tornou-se ajudante de ordens do Imperador Shōwa em maio 1939, o que foi seguido por um período em que ocupou o cargo de Ministro da Guerra, de agosto 1939 a julho 1940, durante as administrações dos primeiros-ministros Nobuyuki Abe e Mitsumasa Yonai. Em julho de 1940, Hata teve um papel fundamental na derrubada do gabinete de Yonai ao renunciar do cargo de Ministro da Guerra. Hata foi convidado a assumir o comando da Segunda Exército Geral, com sede em Hiroshima entre 1944 e 1945, em preparação para a invasão aliada das ilhas japonesas. Portanto, ele estava em Hiroshima no momento do bombardeio atômico. Hata foi um dos generais que concordaram com a decisão de se render, mas pediu que fosse destituído de seu título de marechal de campo em expiação dos fracassos do exército durante a guerra. Hata foi preso pelas autoridades de ocupação estadunidenses depois do fim da guerra e acusado de crimes de guerra. Em 1948, como resultado de uma decisão do Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente, ele foi condenado à prisão perpétua sob as acusações de "conspiração, travar uma guerra agressiva e descumprimento do seu dever de prevenir atrocidades". Hata conseguiu liberdade condicional em 1954. Em 1958, ele foi transferido para uma fundação de caridade para o bem-estar dos ex-soldados. Ele morreu em 1962, enquanto participava de uma cerimônia em homenagem às vítimas da guerra.