Koji Aihara (相原 コージ, Aihara Kōji; born 1963 in Hokkaido, Japan) (相原 コージ Aihara Kōji, nascido em 1963 na província de…Koji Aihara (相原 コージ, Aihara Kōji; born 1963 in Hokkaido, Japan) (相原 コージ Aihara Kōji, nascido em 1963 na província de Hokkaido, Japan) é um mangaká um pouco desconhecido. Ele cresceu lendo os trabalhos de Osamu Tezuka. Aihara fez sua estréia com Hachigatsu no Nureta Pantsu em 1983, o qual foi publicado na Weekly Manga Action Magazine. Ele é um dos autores do Even a Monkey Can Draw Manga (Até um Macaco Desenha um Mangá), uma paródia de livro didático que visa satirizar a industria de mangás. Outros trabalhos mais conhecidos de Aihara são; Bunka Jinrui Gag, Koujien, Mujina e Manka.Manka tem sido descrita como sendo parecida com um tanka, no qual mostra a variedade das emoções humanas em pouco espaço de um yonkoma. Seu trabalho tem sido descrito como uma abertura para novos caminhos para temas de comedia nos mangás, e mostrado com um detalhe meticuloso. Ele também trabalhou em dois jogos de RPG lançados pro Super Famicon; Maka Maka (o qual projetou os personagens) e Idea no Hi (no qual projetou os cenários e o design dos personagens)
Mashiho Chiri (知里 真志保; Noboribetsu, 24 de fevereiro de 1909 — , 9 de junho de 1961) foi um antropólogo e linguista…Mashiho Chiri (知里 真志保; Noboribetsu, 24 de fevereiro de 1909 — , 9 de junho de 1961) foi um antropólogo e linguista japonês do grupo étnico aino, responsável pela criação de diversos dicionários aino-japoneses.
Yukie Chiri (知里 幸恵, Chiri Yukie), 8 de Junho de 1903 – 18 de Setembro de 1922) foi uma transcritora japonesa e…Yukie Chiri (知里 幸恵, Chiri Yukie), 8 de Junho de 1903 – 18 de Setembro de 1922) foi uma transcritora japonesa e tradutora de yukar (contos épicos do povo ainu). Ela nasceu em uma família ainu em Noboribetsu, uma cidade em Hokkaido, a prefeitura mais ao norte do Japão, em um momento da história do Japão em que o aumento da imigração de japoneses (wajin, como distinto de ainu) para Hokkaido resultou na relocação de ainus para comunidades separadas e, em muitos casos, tomando os seus meios de subsistência. Os japoneses consideraram cruel o ritual de sacrifício de ursos e o proibiram, além de estigmatizarem outras diferenças culturais. O povo ainu era visto como pessoas atrasadas e a política do governo era assimilá-los para o modo de vida japonês. Os próprios ainus, em parte, viram a assimilação como a melhor (e talvez a única) maneira de sobreviver aos tempos de mudança. Chiri expressou mais espanto do que ressentimento. Ela escreveu: "Em um piscar, a paisagem natural como tinha sido desde o passado antigo desapareceu. O que houve com as pessoas que viviam com alegria em seus campos e montanhas? Os poucos de nós que permanecem simplesmente olham com os olhos arregalados, surpresos com e como o estado do mundo continua a avançar." Chiri foi enviada para sua tia Imekanu em Chikabumi, nos arredores de Asahikawa, quando ela tinha seis anos de idade, provavelmente para diminuir a carga financeira sobre seus pais. Imekanu vivia com sua mãe idosa, Monashinouku Kannari, uma experiente contadora de contos ainus que falava muito pouco de japonês. Chiri assim cresceu para ser completamente fluente em japonês e ainu, e tinha uma familiaridade com a literatura oral ainu, que foi se tornando cada vez menos comum naquela época. Embora tenha tido de suportar o bullying na escola, ela se destacou em seus estudos, particularmente nas artes da linguagem, mas sofria de um complexo de inferioridade étnica que afligiu muitos de sua geração.
Imekanu (イメカヌ), também conhecida pelo seu nome japonês Matsu Kannari (金成 マツ, Kannari Matsu), foi uma ainu missionária…Imekanu (イメカヌ), também conhecida pelo seu nome japonês Matsu Kannari (金成 マツ, Kannari Matsu), foi uma ainu missionária cristã e poeta. Juntamente com sua sobrinha Yukie Chiri escreveu e preservou numerosos yukar que aprendeu com sua mãe, Monashinouku Kannari.